sexta-feira, março 13

Era uma vez...

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...................uma vida que ninguém idealiza...
....................................mas ainda assim se concretiza...
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quinta-feira, março 5

Isto de ter férias...

...nem sempre é uma coisa muito positiva. Pelo menos para mim! Férias "a sério" nem as cheiro e o cansaço que destas resultam tem-me deixado louca.
O sentimento de solidão é avassalador. Ter "férias" quando todo o mundo trabalha, deixa-me com demasiado tempo a sós para pensar na vida... nas adversidades, nos projectos, nos sentimentos, nas ilusões!
O tempo está bom para passar os dias de baixo dos cobertores. Mas quando o despertador toca de manhã, quebra todo o encanto das supostas férias. É um acordar para vários dias de horas fechada sem espairecer. Impossíveis as tardes numa esplanada ou a caminhar à beira mar... sinto-me atrofiada!
O trabalho (num dos empregos) dá cada vez mais que fazer. As preocupações são constantes, os erros têm sido vários e o tempo (supostamente) livre é cada vez mais escasso com tanto para o preencher. Se sabia o que sei hoje... não faço ideia do que tinha feito!
Agora pensando que preciso de férias a sério, questiono-me se isso é possível. Mesmo sem trabalho algum, mesmo com alguma companhia ou hobbie que me entretesse, teria que me desligar do mundo... de mim mesma! Conseguirei algum dia desligar o cérebro e adormecer o coração? Só dessa forma terei um bom sono, o descanso necessário, ao invés do actual turbilhão.
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terça-feira, março 3

Worlde

Finalmente, cedi ao desafio da minha adorada "escrava" - passar uma aplicação web pelo blog, sendo que esta cria uma lista estilizada das palavras que são mais vezes utilizadas no nesse blog. Heis o resultado do meu:

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Wordle: Untitled

quarta-feira, fevereiro 18

Sonhos prometedores, Sonhos sem ilusões

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Saber não ter ilusões é absolutamente necessário para se poder ter sonhos.
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«Tenho mais pena dos que sonham o provável, o legítimo e o próximo, do que dos que devaneiam sobre o longínquo e o estranho. Os que sonham grandemente, ou são doidos e acreditam no que sonham e são felizes, ou são devaneadores simples, para quem o devaneio é uma música da alma, que os embala sem lhes dizer nada. Mas o que sonha o possível tem a possibilidade real da verdadeira desilusão. Não me pode pesar muito o ter deixado de ser imperador romano, mas pode doer-me o nunca ter sequer falado à costureira que, cerca da nove horas, volta sempre a esquina da direita. O sonho que nos promete o impossível já nisso nos priva dele, mas o sonho que nos promete o possível intromete-se com a própria vida e delega nela a sua solução. Um vive exclusivo e independente; o outro submisso das contingências do que acontece.»
Fernando Pessoa, in 'O Livro do Desassossego'

quarta-feira, fevereiro 11

domingo, fevereiro 8

Vidas sem sentido, pensamentos ocos, actos cruzados, insignificantes, sem rumo.
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Devaneios de quem já nada sabe dizer, não sabe pensar, nem acredita em sonhar.
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Esperanças vãs, desejos passados de um futuro fechado, crenças pregadas numa mentira aberta.
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Ilusões de alguém, herdeiro de maior, seguidor de trajectos quaisquer, que um empurra, outro estende, ou vindos do nada.
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Silêncio ensurdecedor num alarido de vozes, choros festivos, gritos frustrantes.
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O vazio à espera de encher.
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