quarta-feira, outubro 28

O Bento da razão...

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Não há dúvida de que hoje estou inclinada para a bola. lol
Desilude-me um pouco ver que ultimamente o Sporting tem perdido bastante nas suas prestações. Não que seja simpatizante dos leões, mas porque considero que se perde competitividade no campeonato. Quanto menos são aqueles que consideramos adversários fortes e directos, menor o esforço e o entusiasmo porque se começa a dar um lugar por garantido. Pelo menos para mim, adepta, dá-me mais garra ver um Porto a empenhar-se para aumentar a qualidade do jogo e lutar pelo primeiro lugar do que vê-los em primeiro desde a 1ª jornada e assistir a jogos sem garra alguma.
Mas indepentemente dos resultados e da classificação, há um aspecto sobre o panorama futebolístico que nunca me agradou. A tendência de adeptos e mesmo dos media para apontar o dedo aos treinadores face os maus resultados de uma equipa! E hoje sim, foi das poucas vezes em que ouvi o Paulo Bento falar e lhe dei razão. Cite-se: "quando se começa a ver um plantel num bom momento, começa-se a ver os jogadores e no fim vem o treinador / quando se está nos maus momentos, começa-se a ver primeiro o treinador e depois a seguir os jogadores / há uma verdade no meio disto tudo - estamos lá todos / estando lá todos, todos têm que assumir a sua responsabilidade".
Considero-a uma realidade nua e crua... Uma equipa faz-se com jogadores e treinadores. Não há equipa, por melhor que seja, que consiga bons resultados sem ter quem a treine para isso, tal como não há um treinador, por óptimo que seja, que consiga bons resultados sem ter jogadores com capacidade para isso. Porquê a crítica sempre unidireccional?!?
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Anda vermelho no ar

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Não há benfiquista (mesmo aqueles que raramente se identificam como tal - por vergonha, qui ça?) que nestes dias não pule de alegria. Mais uma jornada, mais uma goleada. Desta feita com a "glória" de conseguir o primeiro lugar. Em exéquo com o Braga, note-se, mas a verdade é que o encarnados ganham mérito pela superioridade de golos marcados.
Ninguém os cala! Compreende-se a excitação (taditos) face aos campeonatos anteriores que sempre os deixaram a chuchar no dedo. Está bem, têm direito ao entusiasmo e, para ser sincera, não me incomoda nada que andem para aí a cantar de galo - no final do campeonato, aí sim, se verá quem realmente leva o "caneco".
Mas não obstante a sorte que têm tido com o mau desempenho das equipas defrontadas (também reconheço o mérito do Benfica, tem tido o melhor futebol, vá lá), têm ainda a sorte constante dos sorteios para as demais taças. E o que me irrita é que ainda se queixam! Não sei precisar, mas diga-me quem se recordar: há quantos anos é que têm sempre a p*** da sorte de jogar em casa? Ãh?! E ainda se queixam de lhes ter saído o Guimarães!? Bolas, queriam a papinha toda feita para jogar na Luz com uma equipa da segunda... pois claro, não se importavam nada. E vamos lá ver - se os encarnados estão assim tão fortes e confiantes, que diferença lhes faz com quem jogam? Não é suposto já darem a vitória por garantida?
Vá-se lá entender...
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terça-feira, outubro 27

Infância, eu...

Porque há dias em que me dá para a nostalgia e hoje, efectivamente, é um deles.
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Sabem...

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...aquelas pessoas que estão sempre prontas a incentivar e mostrar optimismo para aquelas tarefas para as quais não estamos minimamente virados, mas que ao mesmo tempo parecem estar sempre prontas a desmotivar e mostrar pessimismo para os projectos que nós queremos? Sabem o quão irritantes por vezes podem ser? Sabem?! É um perigo, principalmente para aqueles que como eu que tenham uma certa tendência para ser do contra... É que até podemos dar a mão à palmatória em alguns pontos, mas irrita em tudo mais. Enerva mesmo!!
Porque se há coisas na vida que não podem ser levadas de ânimo leve, sem pesar os prós e contras, é sobre essas mesmas que devemos fazer projectos e arriscar... porque se estamos constantemente a recear, então não fazemos coisa alguma... e em vez de vivermos, apenas existimos!?
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Pode-me entristecer, mas não me derruba. Não. Porque enquanto visualizar uma luz ao fim do túnel, irei sempre caminhar para a alcançar - seja pelo que for!
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segunda-feira, outubro 26

Ora...

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...se este sol quentinho de hoje não podia ter estado cá no fim de semana?
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Ainda dizem que eu é que sou do contra! Bolas... Sai uma pessoa de casa devidamente equipada para o tempo de Outuno e acaba-se por passar o dia com o corpo a arder. E eu que nunca visto muita roupa!! Mas até com umas meras calças de ganga e camisola fina, dá para andar aqui de mangas arregaçadas sempre a suar. E os pés? Deumalibre, que pareciam uma fogueira! Abençoado chão flutuante que aqui pusemos e que dá para descalçar, porque com os sapatinhos de vela... ui, apetecia mesmo ir velejar.
É nestas horas que muito prezo ser empresáriA... qual fato e gravata, qual quê?! lolol
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domingo, outubro 25

Anjo que me guardas

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Se há dias em que memórias nos atormentam e traumas nos fazem pensar que assim a vida não vale a pena...
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Outros dias há em que felizmente nos sentimos amados e reconfortados!
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Em que, mesmo chorando, há uma ponta de alegria por termos ali alguém...
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Ou que, mesmo sorrindo, sentimos tristeza por provocar a preocupação de outrem!
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Na vida, muitas vezes não sabemos como reagir a momentos cinzentos...
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Importante é termos algo/alguém para nos dar cor!
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quinta-feira, outubro 22

O inesperado acontece

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...e perturba. Pura e simplesmente porque muitas vezes não damos motivos para que desconfiem de nós, para que nos julguem, para que algo nos seja feito ou dito. E depois há toda uma surpresa negativa que chega como um estalo na cara.
Porquê? Parece ser tão negativa a ideia que os outros fazem de nós, tornando necessário dizer o que jamais esperamos ouvir. Não quer dizer que não possa existir uma milésima de razão. Mas o modo como o dizem, as circunstâncias em que o dizem, o julgamento que fazem para o dizer... é isso que magoa!
Quando nada se faz pela calada, "peca-se" pela sinceridade de ter tudo em pratos limpos. Um acto único e inocente facilmente é tido como frequente e pecaminoso e logo serve para julgar. Vendo os outros agir pelas costas, acabamos por ser nós os criticados ao tentar ser fiéis aos valores [porque é de valores e princípios que uma pessoa se faz - para mim, é isso o importante da educação e não a educação propriamente dita].
Ainda há dias ouvia «sempre foste submissa e inocente». Embora num contexto diferente, realmente agora dá para pensar. Ganhou sempre mais quem sempre agiu sem nada contar, sem ninguém respeitar, do que quem sempre tentou uma vida correcta.
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